Aos pés do altar eu clamo
Busco a minha face e tento enxergar os meus contrários
Tão escondidos, empoeirados por debaixo de soleiras por anos ali guardados
Meus sorrisos não são meus
Quantas coisas fui deixando ao despir-me pela vida, ao usar vestes não minhas
Quanta dor sinto no meu peito espedaçado
Ao me ver tão nua como antes, em sonhos...
Quantas saudades trago em mim
Da leveza de que fui um dia
Sou eu o meu carrasco
Esperar...
Esperança...
A coragem dos heróis...
Trazer para o sol
Os avessos de mim
terça-feira, 8 de abril de 2008
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